Mergulho com tubarões brancos na África do Sul

Há 455 dias

Viajar é viver novas experiências. É se abrir para algo novo, experimentar o inimaginável. É realizar seu sonho. E com esse pensamento embarquei para África do Sul para viver na realidade o que eu passei minha infância vendo na TV: safári e mergulhar com tubarões. Num próximo post conto minha experiência com os safáris, mas agora quero compartilhar a mais louca, insana e deliciosa experiência da minha vida: mergulhar com tubarões brancos!

Nas próximas linhas compartilho esse momento com vocês. Quem sabe estas linhas não sirvam de inspiração e você possa viver essa experiência também?

"Quando o despertador tocou, o sol ainda não tinha nem dado as caras na Cidade do Cabo, o principal destino turístico na África do Sul. Em 20 min uma van me buscaria no hotel e foi o tempo de mudar de roupa, pegar minha mochila e esperar o transporte. As poucas horas de sono eram explicadas pela adrenalina sem igual que iria viver nas próximas horas: mergulho com os tubarões brancos!

Mergulhar um tubarão sempre foi um sonho. Com os tubarões brancos uma fixação que tinha desde infância e que estava conseguindo realizar. E ao menos na África do Sul é preciso ter disposição (e coragem, é claro) para nadar com esses peixes: tem que viajar cerca de 2h a partir da Cidade do Cabo + 30 min de navegação em alto mar para começar a pensar em ver os “bichinhos”.

A viagem que nos levou da Cidade do Cabo até Gaansbai é bem tranquila e como era muito cedo, todos foram dormindo na van. O relax acabou assim que o transporte parou e nos demos conta que todo o píer de Gaansbai sobrevive do turismo de contemplação do tubarão: diversas lojas vendendo souvenirs; restaurantes com nomes de espécies ou logos de tubarão; até pessoas fantasiadas de tubarão branco pronta para as fotos. A cena seria comum em qualquer lugar do mundo se o “personagem homenageado” não fosse taxado erroneamente de tubarão assassino. Pelo menos em Gaansbai os “temíveis” tubarões são seres livres.

O encontro com os tubarões


Chega a hora de entrar na lancha e no trajeto de pouco mais de 30 min, a staff da embarcação vai nos explicando o passo a passso do mergulho: primeiro eles atracam a uma certa distância de uma ilha repleta de focas; depois jogam restos de peixes e sangue na água; depois é esperar a natureza fazer a parte dela e os tubarões se sentirem atraídos pelo cheiro. Pouco antes do primeiro tubarão aparecer a equipe já havia colocado na água a gaiola.



Não se passaram 5 minutos quando o primeiro dos dois tubarões deu o ar da graça. Era grande e passeava calmamente em volta da gaiola sem se importar com a presença de humanos - cabem quatro por vez na gaiola. A água turva e extremamente gelada são os componentes ideais para dar mais suspense à cena, mas o tubarão parece não estar nem aí para seus visitantes.

Como manter o tubarão próximo da gaiola?


Para manter o tubarão em torno do nosso barco carcaças são jogadas na água e cada vez mais perto da gaiola que, neste momento, está com quatro - eu sou um deles. De longe é apenas um vulto, mas ao se aproximar da gaiola a imagem que se revela é de um tubarão de 4 metros nadando a poucos centímetros dos meus olhos. Entre nós algumas barras de ferro. A câmera fotográfica estava pronta, mas naquele momento só conseguia admirar este gigantesco animal e prender a respiração o máximo possível para permanecer mais tempo submerso. A vontade era tocá-lo, mas algo racional me disse que seria arriscado.

O barco fica ancorado cerca de 1h. Durante minha experiência ainda apareceu mais um tubarão. Em alguns momentos, instigado por iscas artificiais, o tubarão sumia da nossa visão e aparecia na sequência, saltando metade do seu corpo para fora da água, num movimento parecido com os das baleias. Uma exibição de gala para encher nossos olhos e fazer valer todo o passeio.

No final, retornamos ao píer e depois à Cidade do Cabo. Para quem é apaixonado por tubarões como eu, o passeio é uma Disneylândia. Para quem não é a viagem pode ser cansativa e cara - custa em média R$500 o bate e volta. Portanto, vale a pena ponderar se vale o esforço de acordar super cedo e voltar no final do dia para ver tubarões brancos. No meu caso, valeu muito e já começo a fazer planos para voltar."

Esta oferta/dica foi escrita por Diego Verticchio

Jornalista, carioca (de Niterói) e flamenguista. De todas as paixões, a maior é ser pai do Pedro e da Manuela. E a segunda é viajar. E quando tem uma viagem em família a coisa fica muito melhor!

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