Mesmo as viagens milimetricamente planejadas, na prática, acabam trazendo alguns imprevistos. De repente, precisa fazer algo do trabalho um pouquinho mais complexo, o celular não resolve e você se dá conta que não levou o computador; há também aquele clássico caso de ter que fazer o check-in pela manhã, seu voo é bem mais tarde e, claro, quer aproveitar as últimas horas da viagem.

E ainda, especialmente no caso de Roma, uma cidade que pede fôlego e paciência para andar muito a pé e enfrentar filas e trânsito, alguns aplicativos, facilidades e serviços podem ser muito bem-vindos! Confira:

Guardar a bagagem: a Mister Bag tem endereços nas estações Termini e Tiburtina; e no centro histórico, perto do Pantheon. Há dois tamanhos de armário, com preços a partir de 1,95 euros, por hora; ou 10 euros, o dia todo. Funciona das 8h às 24h.



Internet point: localizado na Via Otranto, 21, ganha pela localização, pertinho do Vaticano. Simples e até por isso, sem nome, oferece tudo o que um local como esse deveria ter: computador, impressora, fax, xerox e cabines telefônicas. Usar a internet, por exemplo, custa 1 euro, a hora.

Delivery: bateu o cansaço e não tem ânimo para sair para comer? Vá de aplicativo, eles funcionam super bem por aqui: duas boas opções são o Just Eat e o Deliveroo. O internacional Glovo, que funciona nos moldes da Rappi, já chegou na cidade e agrega restaurantes,bares, supermercados, farmácias, bancos.

Mobilidade urbana: Roma tenta, no seu tempo, se modernizar. E mesmo com toda a cultura da bicicleta que o país carrega, as magrelas compartilhadas não deram muito certo por aqui e a Obike ainda opera, mas já anunciou que deixará a cidade. É melhor optar pelos serviços de aluguel: na City in Loop (Via Aurelia, 20), distante nem cinco minutos da Basilica de San Pietro, por 10 euros, dá para rodar cinco horas com a “sua” bici. Entretanto, funcionam bem os serviços de scooters como Zig Zag Sharing e eCooltra; e no campo dos carros, três marcas operam por aqui: Car 2 Go, Sharengo e Enjoy - cada um com regras e preços diferentes. Em trâmites finais de implementação, está a entrada dos patinetes compartilhados.



Transporte: seguindo a temática “se locomover em Roma”, quem opta pelo sistema público, que não tem precisão britânica, vale consultar horários, linhas e alertas de greve e obras pelo Moovit. Não espere Uber funcionando como no Brasil, só existe o Black, os locais usam pouco e muitas vezes, compensa usar táxi - neste caso, o melhor serviço é o do My Taxi.

Economizando tempo e dinheiro: sim, as filas aqui são enormes, sobretudo em locais como o Coliseu. Por isso, se a ideia é entrar nos monumentos mais famosos, aposte no Roma Pass, um cartão que agrega bilhetes para atrações, entrada especial fura-fila em muitos locais e uso de transporte público. Está disponível em duas opções: 48 horas, por 28 euros e 72 horas, 38,50 euros.