Muitas razões para visitar a Jamaica

Há 208 dias

Quando eu embarquei para a Jamaica, no final de 2018, estava esperando apenas um ótimo destino de praia - o país recebeu o World Travel Awards nessa categoria e em mais sete em outras -, mas acabei me surpreendendo com muitas outras atrações. Tanto, que os cinco dias que passei na ilha foram poucos e pretendo voltar em breve, para uma viagem romântica onde consiga conhecer um pouco mais da cultura e culinária. Mas já listo abaixo os ponto altos da Jamaica pra mim:



Água doce, salgada e que passarinho não bebe!


Brincadeiras a parte, imagine uma cachoeira de 180 metros de comprimento , que deságua em um mar azul turquesa e que conta com pequenas quedas, que servem como escada, para você subir os 55 metros de altura dela?! Sim, essa é a descrição da Dunn’s River Falls, uma das principais atrações da região norte da ilha.



Eu, particularmente, sou uma pessoa bem sem equilíbrio, então, subi apenas uma vez de mãos dadas com o guia, mas quem tem mais coordenação e gosta de uma aventura, pode fazer o trajeto quantas vezes quiser e sozinho. É importante apenas que você esteja um calçado adequado (sapatilha de neoprene) e preste atenção onde está pisando. Ah! E, claro, aproveite as deliciosas piscinas naturais que se formam no caminho ;)


O que falar das praias? Eu visitei apenas uma, em Ocho Rios, e já acordava cedíssimo todos os dias para ver o nascer do sol, andar na areia macia e fina, observando os peixinhos na água cristalina, se aproximando da beira da praia a cada onda, os coqueiros balançando com a brisa leve… Sim, é clichê, sim, é lindo e a gente ama.



A Jamaica tem dezenas de outras praias, para todos os perfis de viajante, a que eu estava era bem família, quase sem ondas, na frente de um resort, na região onde param os cruzeiros que saem dos EUA... Mas há até aquelas para quem procura “aventuras adultas” - e não estou falando de ir na loja de materiais de construção ou pagar boletos ;)  A Jamaica tem uma das praias mais extensas também, com 12 quilômetros de faixa de areia, em Negril, a verdadeira Lagoa Azul, em Port Antonio, e locais que inspiraram músicas, livros e filmes, como James Bond.


E rum! Sim, a bebida feita de cana de açúcar, pode vir em drinques coloridos, doses licorosas, com passas no sorvete ou cobrindo o delicioso bolo jamaicano, que lembra um pão de ló bem macio. Para os maiores de 18 anos, há ainda o Green Ginger Wine e a levíssima cerveja Red Stripe, que é perfeita para o clima tropical da ilha, sempre entre 22 e 31 graus na costa.



Café, coco e pimenta



A Jamaica produz ainda um dos melhores cafés do mundo, o Blue Mountain Coffee, e você pode pode visitar uma das fazendas que o produz, em um tour onde aprende sobre os grãos e como avaliar a bebida. Foi um dos passeios que mais gostei perto da capital, Kingston, onde está também a última casa de Bob Marley, que hoje funciona como um museu. O reggae, apesar de ser um patrimônio nacional, não é o único tipo de música que toca na ilha. Hoje há excelentes rappers jamaicanos, assim como músicos de dub, ska e até mento. Antes de embarcar em uma viagem para lá, vale a pena ouvir um pouquinho da música local no Spotify.


Mas voltando aos sabores da ilha, uma das coisas mais gostosas que experimentei foi uma cocada feita com gengibre. Sim, coco ralado, açúcar e gengibre fresco combinados podem ser surpreendentes. Na verdade, tudo o que comi com coco na ilha era maravilhoso, desde doces até molhos salgados para acompanhar o famoso Jerk, churrasco local feito principalmente com frango e porco.


A culinária jamaicana conta com vários pratos vegetarianos também, influência da cultura rastafari, e utiliza muitos condimentos, como diversos tipos de pimentas, que se equilibram em pratos quase sempre agridoces. Um peixe com vegetais pode se revelar uma explosão de sabores, mas se você tiver restrições com pimenta, é bom avisar antes de pedir o prato, já que ela está presente até na mais simples das massas.


O povo jamaicano é muito alegre e gentil, fala um inglês difícil para nós brasileiros, porque é uma mistura de sotaques britânico e caribenho, mas nada que torne a comunicação impossível. Alugar um carro pode ser uma boa ideia, para ir de leste a oeste da ilha são seis horas de estrada, porém, vale lembrar que a mão é inglesa. E para embarcar pra Jamaica você não precisa de visto, apenas de passaporte e o comprovante de vacinação contra febre amarela - a vacina deve ter sido tomada no mínimo 10 dias antes do embarque.


Ah! Eu viajei via Miami, a convite do governo jamaicano, mas a melhor conexão - mais rápida e barata -, para os brasileiros é normalmente via Panamá, com a Copa Airlines.

Esta oferta/dica foi escrita por Talita Ribeiro

Jornalista especializada em turismo, vive em uma malinha de mão, mas tem endereço fixo em Nova York e uma paixão platônica por San Francisco. Adora conhecer novos destinos nos Estados Unidos (e no mundo!) e compartilhar dicas com quem também deseja fazer isso sem gastar muito. É autora do Turismo de Empatia e criadora do #nyc10orless.

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