O melhor roteiro no Leste Europeu e Berlim

Há 1151 dias

O leste europeu é formado por alguns países muito jovens, de vida noturna agitada e boêmia, ideais para um mochilão. Outro ponto muito positivo nos países da região: são relativamente baratos quando comparados com as nações tradicionais, como França, Alemanha, Inglaterra. Por isso o Dubbi, plataforma colaborativa de viajantes, preparou o melhor roteiro no leste europeu para aproveitar em 13 dias. Boa viagem!


Ponto de saída: Berlim (1 dia)


O início do roteiro pelo leste europeu se dará em Berlim, capital da Alemanha, ainda Europa ocidental. São dois os motivos: posição geográfica estratégica, próxima aos países do leste europeu, e vida noturna e cultural agitada, perfeita para um mochilão já começar a todo vapor.


Chegue de manhãzinha em Berlim e prepare-se para sair só na manhã seguinte. Comece pelos pontos obrigatórios, como o Portão de Brandenburgo, a Coluna da Vitória (Tiergarten), o que restou do Muro de Berlim. Depois vá às praças mais badaladas da cidade, Gendarmenmarkt e Alexanderplatz. 


Para comer, a Neue Heimat (Street Food Market) é um ponto que define a cultura e o estilo de vida de Berlim, segundo a viajante Vanessa Hikichi, de São Paulo. Toda sexta acontece sessão de jazz com artistas do mundo todo. Para curtir a noite berlinense, uma das melhores do mundo, os bairros de Mitte, Friedrichshain e Kreuzberg são lugares com bares, restaurantes e baladas aos montes. A cidade ama música eletrônica, não se esqueça.


Lembrando que o transporte público é um dos mais organizados da Europa. Tudo é fácil em Berlim.


Polônia (2 dias)


De Berlim, o próximo destino é Varsóvia, capital e cidade mais pulsante da Polônia. O viajante Ricardo Salvato recomenda colocar um calçado confortável e perambular pela cidade. “Caminhe pela parte nova (Nowe Miasto) e parte antiga (Stare Miasto). As muralhas e o mercado são demais”, diz. Ele indica ainda a rua Nowy Swiat para apreciar um animado happy hour em um dos vários bares por lá.


Curiosidade de Varsóvia: os bancos pretos que demarcam pontos turísticos têm um botão, que tocam uma música de Chopin toda vez que pressionados. Para comer, a viajante Livinha Machado dá a melhor dica para economizar: o restaurante comunista de Varsóvia, único da Polônia, onde se come muito bem por cerca de 1 euro. “Prove pierogi, banha de porco e destilado local. Todos são super típicos”, recomenda.


De Varsóvia para Cracóvia. A cidade é histórica e bonita, principalmente a Cidade Velha e o Castelo de Wawel. Mas a ida para Cracóvia serve como base para visitar Auschwitz, o campo de concentração mais conhecido do mundo, onde morreram milhões de judeus na Segunda Guerra Mundial. Tem quem prefira não visitar, mas em poucos lugares conseguimos nos questionar tanto como seres humanos como em Auschwitz. O campo fica na cidade polonesa de Oswiecim, a cerca de 70 quilômetros a oeste da Cracóvia, e existem ônibus que partem o dia todo para lá. 


Hungria (3 dias)


Com certeza você vai querer ficar vários dias em Budapeste, a capital da Hungria. A cidade é como nos livros, filmes e manuais de viagens: simplesmente encantadora e repleta de festas, bares e muita diversão. Mais do que merecido, depois de visitar Auschwitz. Procure os “ruin pubs”, os pubs ruínas, edifícios abandonados que viraram bares e baladas. A viajante Camila Sayuri foi no Szimpla Kertz e no Instant. “Os dois bem legais e com uma decoração bem doida”, diz. A região que concentra a vida boêmia é Gozsdu Udvar. Basta ir até lá e escolher o que mais te chamar atenção (ou o que couber no bolso).


Mas as indicações não param por aí: o Morrisson's 2 abre às segundas e quintas. “É muito movimentado, divertido e tem bons preços”, diz a viajante Júlia Leivas. De festas, Play, Peaches n'Cream, Ötkert e a Hello Baby também são boas. Entende por que são necessários três dias em Budapeste? 


 Croácia (2 dias)


Um dia em Zagreb e um dia em Dubrovnik. Esse vai ser seu roteiro na Croácia, país com uma natureza encantadora e um povo hospitaleiro. Zagreb tem um dos museus mais impressionantes e diferentes: o Museum of Broken Relationships, ou museu dos relacionamentos que terminaram. “Um acervo de doações feitas por casais que se separaram, cartas, celulares, bonecos, pelúcias, e por ai afora”, conta a viajante Elaine Moraes, de Campinas. Vale pelo inusitado, e também para lembrar das boas recordações que (esperamos) você tenha vivido com outra pessoa. No calçadão Strossmeyer, vários bares, restaurantes e vida noturna agitada aguardam o turista.


 O Parque Nacional Lagos de Plitvice, a três horas de Zagreb, é passeio fundamental, mas tem que se programar bem pois não é tão perto assim da cidade. No parque, quedas d´água simultâneas sobre rochedos e a mata, misturados a 16 lagos de tamanhos e formatos diferentes, de cor azul turquesa, fazem o turista ter a sensação de estar dentro de um filme. A Unesco declarou o local Patrimônio Mundial da Humanidade usando adjetivos como “local de beleza natural extraordinária”.


 Dubrovnik é um livro de história a céu aberto, com muralhas, fortes e ruas antigas. A cidade é recortada por ilhas. A de Lokrum e de Mljet são as duas mais visitadas. Na primeira, o lago transparente encanta o visitante. Na segunda, alugue uma bicicleta para explorar cada pedaço e leve um lanche na mochila para fazer um piquenique. Dubrovnik serviu como cenário de gravação de várias cenas de Game of Thrones.


 Áustria (2 dias)


Viena é uma das mais bonitas cidades desse mochilão - e olha que a lista é concorrida. Depois de ir à Catedral de São Estevão, você irá se deparar com a charmosa rua Graben, de compras e fechada para carros. A região conta com lojas, bares, restaurantes e artistas de rua. Seja você um amante ou não de música clássica, conhecer a Casa de Mozart, Domgasse 5, é obrigação. Ali perto, a 15 minutos a pé, está o Stadtpark, o mais bonito de Viena. Na Praça Maria Tereza dois museus chamam atenção: Museu de História Natural e Museu de História da Arte.


 República Tcheca (2 dias)


Por último, mas não menos importante, Praga. Aliás, difícil vai ser ficar só dois dias em Praga e querer voltar para casa. Novamente, uma cidade que não é para os fracos. Isso porque dezenas de bons bares e festas estarão à espera do viajante e, provavelmente, não dará tempo de conhecer todos. A Karlovy Lázne é o ápice de todas elas: a festa acontece em um prédio de cinco andares, cada um com uma decoração e ritmo musical diferente. Hemingway Bar, Lucerna Music Bar, Black Angels Bar Prague.


Mesmo quando se quer sair da vida boêmia, a vida boêmia vai até o viajante. Isso porque o Museu da Cerveja é um dos lugares mais legais de Praga, assim como o Museu da KGB. Veja o pôr do sol da Charles Bridge. Os tchecos costumam dizer que uma pessoa ainda não viveu se não viu o astro solar dar adeus dali.


 Berlim, o retorno (1 dia)


De volta à capital alemã para descansar e pegar o voo no dia seguinte. Mas será mesmo possível conseguir descansar em uma cidade vibrante como Berlim? No seu lugar eu ia pra farra e depois dormia no ônibus. 


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Esta oferta/dica foi escrita por Caio Martins

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