Dos lugares que já conheci viajando pelo mundo, Berlim é queridinha. Não é à toa que estive lá três vezes e sempre vou embora já com planos pra próxima visita.

Cheia de história, contrastes entre o novo e o velho, vida noturna animada, muitos atrativos culturais e atmosfera vibrante, a cidade guarda infinitas alternativas de programas e passeios. E o melhor: com opções pra viajantes de todos os gostos - e bolsos.

Como aqui no Voopter nossa missão é ajudar a economizar nas viagens, juntei algumas experiências e outras dicas que estou guardando pro meu próximo roteiro e montei uma lista de 8 atrações gratuitas em Berlim para viajar economizando. Pode acreditar, dá pra conhecer muita coisa sem gastar nada (ou quase nada), olha só:

Aproveite a vista da cidade na cúpula do Reichstag


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Um dos principais pontos turísticos de Berlim, o Reichstag, prédio que abriga o parlamento alemão (Bundestag), está entre as atrações mais visitadas da cidade, chamando atenção por sua arquitetura. Parcialmente destruído durante a Segunda Guerra Mundial, na sua reconstrução ele ganhou uma cúpula de vidro, que garante uma incrível vista de Berlim. E o melhor: subir até lá é grátis! Mas preste atenção: é preciso garantir sua visita antecipadamente, através de uma reserva online. Uma dica: agende sua visita pro entardecer e aproveite o pôr do sol por lá, vale muito a pena!

Marque um check no Portão de Brandemburgo


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Pertinho do prédio do Parlamento, na Pariser platz, o Portão de Brandemburgo deve estar em 9 de cada 10 cartões-postais de Berlim. Brincadeiras à parte, o monumento é, sem dúvidas, um dos maiores símbolos da cidade. Construído no fim do século XVIII, ele foi inspirado no Propileu, a monumental porta da acrópole de Atenas, na Grécia;  e no passado representava a separação entre Berlim Oriental e Berlim Ocidental. Quando estive por lá, fiz minha visita na parte da noite, quando o portão está todo iluminado.

Aula de história: visite o Memorial do Holocausto


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Goste você ou não de atrações históricas, o Memorial do Holocausto (ou Memorial aos Judeus Mortos na Europa) é parada obrigatória - e não apenas por estar no caminho de outras clássicas atrações da cidade. O memorial é uma importante homenagem aos 6 milhões de judeus mortos nos campos de concentração nazista, mas além disso, o que pouca gente sabe ao passar por ele e se surpreender com os grandes blocos de cimento é que no local há também um museu subterrâneo, chamado de “Local da Informação”, onde está documentada parte da história de perseguição e extermínio dos judeus no Holocausto. Tudo gratuito.

Aula de história (parte 2): Topografia do Terror


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Esse museu ocupa o espaço onde era localizada a sede da Gestapo, polícia secreta alemã na época do regime nazista, e documenta a história do Holocausto. Lá você pode conferir a trajetória do partido nazista entre os anos de 1933 e 1945 através de fotos, textos e documentos. Não é uma atração leve e agradável, mas vale a visita.

Museu a céu aberto: explore a arte de rua berlinense


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A arte de rua faz parte da paisagem de Berlim. Além do clássico - e não por isso menos importante - passeio pela East Side Gallery, mais longo pedaço do antigo Muro de Berlim todo coberto com obras de mais de 106 artistas internacionais, você ainda pode conferir diversas obras de grafite por toda a cidade (incluindo nomes como os brasileiros osgêmeos, o Francês JR, o alemão Evol e o britânico Banksy) sobretudo nos bairros Kreuzeberg, Mitte e Friedrichshain. Não deixe de visitar o beco Haus Schwarzenberg (pertinho do Hackescher Markt) e quem sabe conferir o Free Walking Tour de Berlim Alternativo (que funciona no esquema de “colaboração consciente), que faz um passeio contando um pouco da história dos desenhos e grafiteiros.

Palácio das Lágrimas


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Quando Berlim foi dividida pelo muro, muitas famílias foram separadas e aqueles que ficaram do lado Ocidental tinham a possibilidade (nem sempre fácil) de visitar seus parentes na Berlim Oriental. Por isso, existiam alguns pontos onde podia-se cruzar de um lado para o outro e um dos principais era a estação Friedrichstraße, conhecida também por Palácio das Lágrimas (Tränenpalast), nome que remete às emocionadas despedidas que aconteciam no local. Atualmente, o espaço oferece uma interessante (e breve) exposição gratuita sobre a divisão da cidade.

Mauerpark: domingo no parque


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Ainda que bem turístico, o Mauerpark (pelo menos para mim) traduz muito bem a atmosfera de Berlim: criativa, vibrante e plural. Rola de tudo por lá: performances musicais, pessoas praticando esportes, barraquinhas de comida, o famoso Flohmarkt (mercado de pulgas) com os mais variados produtos (bicicletas usadas, móveis velhos, roupas de segunda mão, vinis...) e ainda o popular karaokê público (exceto no inverno). Você pode descansar pela grama, aproveitar pra ler um livro, fazer um piquenique e se já tiver economizado o suficiente até sua visita, quem sabe garantir alguma pechincha do mercado.

Mercado Turco e feiras gastronômicas


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A cena alternativa de Berlim está no bairro de Kreuzberg, bairro de imigrantes turcos onde, além de acontecer o tradicional Türkischer Markt (Mercado Turco) - todas as terças e sextas-feiras na rua Maybachufer- cheio de delícias gastronômicas (ok, talvez não seja tão fácil economizar lá), rola ainda a Markthalle 9, feirinha estilo foodpark, com alternativas um pouco mais gourmetizadas para o seu paladar. Outra opção é também o Village Market, que acontece todo domingo em Friedrischshain.

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